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  • Guilherme William Brassanini

Por que dormimos?

Você sabia que passamos cerca de 1/3 de nossas vidas dormindo?

No caso de nós brasileiros que, segundo dados do IBGE, temos expectativa de vida de 75 anos, 1/3 da vida seria exatamente 25 anos dedicados ao sono!


Seria isso um desperdício de tempo?

Será que a genética evolutiva da nossa espécie teria sido "injusta" com nós humanos, nos “tirando” todo esse tempo, se dormir não fosse realmente essencial?


Com certeza não!


A evolução foi e continua sendo impecável com nós humanos.

Não digo isso necessariamente pelo tempo total de sono - que varia entre 6 e 9 horas - mas sim pelo que acontece no nosso organismo enquanto dormimos. Mudanças nas atividades e padrões cerebrais, associados à ativação e inativação de neurohormônios constituem uma espécie de sinfonia que até Beethoven ficaria perplexo.


Essa orquestra regida pelo sono é capaz de restaurar e reorganizar todo nosso organismo e prepará-lo para seu bom funcionamento no dia seguinte.

Durante o sono ocorre uma espécie de

"faxina cerebral" com a limpeza de toxinas nocivas ao nosso sistema nervoso central.

Além disso ocorre também a consolidação ou exclusão de memórias, a regulação dos nossos sistemas (endócrino, cardiovascular, respiratório, gastrointestinal, imune etc) e o controle da nossa temperatura corporal.


Resumindo, o sono é essencial para nossa sobrevivência, nosso bem-estar e nossa qualidade de vida, portanto, uma má qualidade de sono refletirá e prejudicará em todos os aspectos de nossa saúde, rotina e da vida como um todo.


Dormimos para viver e vivemos porque dormimos.


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